quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Batata Frita.

Bom, o título do texto não tem nada a ver com o que eu vou escrever, eu só tom com vontade de comer batata frita mesmo. Hehe! Na verdade eu vim aqui porque tava morrendo de saudade, ê!
Então eu vou contar como as coisas tem sido desde o dia 31 de agosto.
Tenho que admitir que o o segundo semestre desse ano tá sendo incrvelmente melhor que o primeiro!
Nesse tempo o que eu fiz, basicamente, foi namorar com o menino que eu gostava desde o começo do ano. Mas, pra ser sincera, não foi lá essas coisas. Enquanto eu tava namorando me isolei do mundo totalmente, não tinha mais amigas e etc. Agora eu tô com o 'melhor amigo' do meu ex-namorado, a quase duas semanas *-*, e tá sendo bem bom!
Eu também fiz a minha viagem de formatura e foi inexplicavelmente per.fei.to, nem consigo acreditar que nao que vem nós vamos todos nos separar. :(
Mas é lógico que isso só acontecerá se eu passar de ano. Haha, lamento desapontar vocês meus leitores, mas eu sou uma péssima aluna. E quando eu digo péssima eu quero dizer uma launa que pode reprovar! É, se eu não for bem nas provas finais, que vão acontecer não nessa semana mas na próxima, eu continuo na oitava série!
A minha irmã mais velha voltou pra casa durante as férias, né? E tava tudo uma bosta entre nós duas, né? Pois é, as coisas melhoraram muito! Minha casa tá a venda porque meu pai ainda não tá trabalhando, então, até ano que vem acho que me mudo de casa!
Hmm, deixa eu lembrar o que mais aconteceu...
É acho que foi só isso amorzinhos! Desejem me sorte nas provas finais (e na prova de desconto do acesso), no meu novo relacionamento, sorte pro meu pai arranjar emprego, e pra todas aquelas coias clichêzinhas, ok?

P.s.: Me desculpem pelos inúmeros erros ortográficos, mas eu escrevi isso aqui super correndo e com muita empolgação de tanta saudade, hehe! Se alguém ainda acompanha isso aqui eu agrdeço muuuuuito, por ainda esperaram a minha boa vontade pra escrever! Beijos, amo vocês :*

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Abandono do Incapaz.

Vocês deviam realmente me processar.
O que fiz, basicamente, foi abandonar meu 'filho' por não saber cuidar. É triste, eu sei.
Não prometo escrever mais, nem melhorar. Eu estaria mentindo.
Tenho que estudar mais, cuidar das minhas irmãs a noite, sair... Blá, blá, blá, blá. Vocês já sabem. O mesmo de sempre.
Então, é isso. Adeus até um outro dia que eu me lembre de cuidar disso... o/

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Gripe Suína.

Obrigada a todos os infectados pela gripe... e melhoras! Graças ao tal vírus minhas aulas foram adiadas por mais uma semana, ainda bem!
Eu nem dormi direito de ansiedade, não de ter aula, lógico, de ver meus amigos. Tenho que admitir que o ambiente escolar sempre me agradou muito (isso se tirássemos os coordenadores e professores chatos).
Acordei dez minutos antes, me olhei no espelho 7.000 vezes, conferi meu material 11.000, olhei meu horóscopo (que estava mais do que bom, estava perfeito)! Saí de casa no meu típico bom-humor matinal, mas chegando lá, meu professor de ciências/física/química veio dizer que não ia ter aula por que na região metropolitano já tinham vários casos da gripe, bla bla bla... Obrigada professor por me dar o que foi a notícia mais triste do meu dia! Poxa, podia ter me dito alguma coisa mais legalzinha (que eu sou a melhor aluna da minha turma seria um boa, pena não ser verdade). Voltando pra casa minha mãe gritava pra todas as pessoas "Voltem pra casa, não tem aula não", rimos a beça. Cheguei em casa, fiz pão de queijo, comecei a assistir qualquer coisa da televisão mas dormi até o meio dia!
Pelo menos eu vou conseguir fazer um trabalho decente de geografia, e sair com meus amigos e , óbvio, dormir até tarde!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A vida vista pela minha irmã de 5 anos.

A vida vista pelos olhos da minha irmã de 5 anos deve ser bem mais divertida e simples do que a vida vista pelos meus olhos, pelos do meu pai, da minha mãe, da minha irmã mais velha, da minha profesora de português ou do meu professor de geografia...
As brigas dos meus pais devem ser só conversas em voz alta. A escola é só brincar, ver os amigos... Limpar a casa é um desafio e não uma obrigação! Ela tem mil namorados sem culpa alguma. A maior preocupação dela é quando ela vai conseguir completar a coleção toda dos 'littlest pet shop'...
Melhor seria se isso tudo fosse assim mesmo, sem compliacações!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O tal vazio.

Não é fome. Nem nenhum orgão faltando em mim.
É um espaço não preenchido por alguma coisa que deveria estar preenchida. Ou talvez não. É falta de alguma coisa que já existiu, mas que por interrupções ou atitudes bestas e estúpidas, já deixaram de existir.
E como abrir a geladeira e não ter nada pra comer, quando se mais tem fome. Não encontrar ninguém na sua lista de contatos do msn, quando o que mas precisa é conversar com qualquer pessoa. E perder a audição quando é preciso ouvir alguma coisa para sentir-se bem. Como não encontrar nada escrito, aonde deveria estar a cura para o tal vazio...

Lembrança?

Estive pensando. É melhor manter tudo que pode vir a tornar-se lembrança vivo, aceso. Não concordam? Não seria bom poder fazer tudo aquilo que gostamos ou tudo aquilo que nos faz bem todos os dias? Assim não teríamos que lembrar de como foi bom. Apenas nos lembraríamos de ter que fazer tais coisas 'lembráveis'.
Aquela vez que conseguiu passar perto do menino pelo qual você tinha uma quedinha no jardim de infância, ia se eternizar. Assim como o dia que você desse o primeiro beijo no tal menino e visse que, tudo aquilo, não tinha potencial nenhum. Ou quando você ligou pra uma amiga no dia em que seus pais se separaram. A sensação de confiança ia ser pra sempre. Mas no dia seguinte quando você chegasse no colégio, e todos já soubessem, você ficaria decepcionada. Isso também devia se etrenizar, pra nunca mais confiar em quem não deve. Tudo que nos fez aprender ou nos divertir devia ser pra sempre, não apenas um lembrança.
Cheguei a tal conclusão: Lembranças são lições de vida. Sem as lembranças já terímaos cometido o mesmo erro dúzias de vezes. Não saberíamos dar festas senão nos lembrássemos das festas que já fomos.
Sem a lembrança, na verdade, não existiria vida.