segunda-feira, 27 de abril de 2009
Por favor, cuide da sua vida. Obrigada!
Á todos é dada uma vida, e é essa que cada um deve viver. E não a dos outros.
domingo, 26 de abril de 2009
Paixão por Antiguidades.
Já dizia minha mãe: "Amanda, você nasceu na época errada". E sabe que eu acho que ela tem razão... Eu adoro todas as bandas de rock clássico dos anos 60, 70 e 80. Acho geniais e maravilhosas! Roupas das mesmas épocas, me deixam estupefata. Acho lindo pessoas que falam tão corretamente ao ponto de parecer errado. O melhor refrigerante do mundo, pelo menos pra mim, é 'Tubaína'. Amo o escritores que viveram muito antes de mim!
Hoje mesmo fui na 'Feirinha Hippie', uma feira que acontece aos domingos aqui em Curitiba, e achei um barraca só de CD's antigos, fiquei maravilhada! E achei também uns livros escritos por William Shakespeare, a biografia de Jack Kerouac... Mas nenhum livro atual me chamou muito a atenção. Me deu vontade de comprar todos que gostei, mas não tinha dinheiro ali e não comprei. Triste!
Mas com isso posso chegar a uma conclusão: tudo que é velho me atrai! A não ser as pessoas muito velhas, algumas conseguem ser insuportáveis.
Hoje mesmo fui na 'Feirinha Hippie', uma feira que acontece aos domingos aqui em Curitiba, e achei um barraca só de CD's antigos, fiquei maravilhada! E achei também uns livros escritos por William Shakespeare, a biografia de Jack Kerouac... Mas nenhum livro atual me chamou muito a atenção. Me deu vontade de comprar todos que gostei, mas não tinha dinheiro ali e não comprei. Triste!
Mas com isso posso chegar a uma conclusão: tudo que é velho me atrai! A não ser as pessoas muito velhas, algumas conseguem ser insuportáveis.
Lua.
Já olhou pra ela procurando algo bonito? Conseguiu enxergar? A profundeza. Tão clara e tão misteriosa. Tão cheia de segredos, mas tão encantadora de alguma forma... É tão linda na sua solidão, lá em cima no céu. Porque será que precisamos parecer tão lindos com alguém e para alguém se e lua está sozinha no céu e do mesmo jeito é linda para todas as pessoas que a observam com carinho? És tão bela e solitária. E essas duas características se encaixam tão bem nela. Tão simplesmente. Tão perfeitamente!
"Soneto à lua
Por que tens, por que tens olhos escuros
E mãos lânguidas, loucas e sem fim
Quem és, quem és tu, não eu, e estás em mim
Impuro, como o bem que está nos puros?
Que paixão fez-te os lábios tão maduros
Num rosto como o teu criança assim
Quem te criou tão boa para o ruim
E tão fatal para os meus versos duros?
Fugaz, com que direito tens-me presa
A alma que por ti soluça nua
E não és Tatiana e nem Teresa:
E és tampouco a mulher que anda na rua
Vagabunda, patética, indefesa
Ó minha branca e pequenina lua!"
(Vinicius de Moraes)
"Soneto à lua
Por que tens, por que tens olhos escuros
E mãos lânguidas, loucas e sem fim
Quem és, quem és tu, não eu, e estás em mim
Impuro, como o bem que está nos puros?
Que paixão fez-te os lábios tão maduros
Num rosto como o teu criança assim
Quem te criou tão boa para o ruim
E tão fatal para os meus versos duros?
Fugaz, com que direito tens-me presa
A alma que por ti soluça nua
E não és Tatiana e nem Teresa:
E és tampouco a mulher que anda na rua
Vagabunda, patética, indefesa
Ó minha branca e pequenina lua!"
(Vinicius de Moraes)
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Explosão.
É como se tudo explodisse na minha vida. Tudo ao mesmo tempo. Desilusões amorosas, saudade do carinho excessivo da familia, saudade do companheirismo, desapego á coisas materiais, desinteresse em terminar o livro que tanto esperei terminar, estresse, cansaço, preocupação, falta de dinheiro no mundo todo, despreocupação por estar encalhada, não sentir vontade de sair, não se preocupar e se preocupar com notas escolares... E só explodiria. Bum! Acaba.
E depois da explosão não sobra nada, nem lembranças boas, nem ruins; nem chateamentos, nem brincadeiras; nem decepção, nem alegria; nem mágoa, nem momentos; nem choro, nem risada; nem vida.
Só por um momento...
E depois da explosão não sobra nada, nem lembranças boas, nem ruins; nem chateamentos, nem brincadeiras; nem decepção, nem alegria; nem mágoa, nem momentos; nem choro, nem risada; nem vida.
Só por um momento...
sábado, 18 de abril de 2009
Traição.
"Trai.ção - sf (lat traditione) 1 Ato ou efeito de trair. 2 Quebra de fidelidade prometida e empenhada; aleivosia, intriga, perfídia. 3 Dir Crime do indivíduo que, num estado de guerra entre potências, atenta intencionalmente contra a segurança externa da nação. 4 Infidelidade no amor. 5 Surpresa inesperada; emboscada. 6 Reg (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) Espécie de mutirão organizado por um fazendeiro que quer prestar auxílio a um vizinho que se encontra em ocasião de aperto de trabalhos agrícolas, o qual, em companhia dos trabalhadores, faz uma surpresa ao amigo, na véspera do dia do trabalho, a altas horas da noite, despertando-o, geralmente ao som de cantos. À traição: traiçoeiramente."
Mais uma mania ridícula dos humanos. Na verdade, na minha opnião, a mais ridícula de todas! Me diga porque razão os humanos fazem isso um com com os outros? Prometem e traem, dizem que amam e mais uma vez traem, dizem ser amigos de verdade e traem! Talvez a coisa mais dificil de ser perdoada. Aliás, com razão já que descuprem com sua própria palavra. Que contradição mais besta e idiota...
Mais uma mania ridícula dos humanos. Na verdade, na minha opnião, a mais ridícula de todas! Me diga porque razão os humanos fazem isso um com com os outros? Prometem e traem, dizem que amam e mais uma vez traem, dizem ser amigos de verdade e traem! Talvez a coisa mais dificil de ser perdoada. Aliás, com razão já que descuprem com sua própria palavra. Que contradição mais besta e idiota...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Teacher?
Ai que emoção! Eu sabia que isso ia acontecer, mas não sabia que seria hoje... Foi só faltar um professor, que a minha irmã e a Guadalupe me disseram para ficar atenta que eles poderiam precisar de mim hoje. Por volta das 14:30 da tarde eu estava na cantina conversando com outros professores e a Carol me disse para ir pro 'flex' porque a Guada estava precisando da minha ajuda. Quando cheguei lá ela já me mandou ditar o 'listening' para uma menina, e depois dar aula para um menino. Quando ela disse as palavras "dar aula" eu congelei por dentro, comecei a tremer e quase parei de respirar de tanto nervosismo! Mas não fui tão mal, na verdade acho que me saí bem. Não me embolei com as palavras, segui as intruções corretamente, consegui manter tudo sob controle e nem precisei pedir ajuda para as outras professoras que estavam na sala. Quando terminei a aula saí da sala. Os inúmeros 'parabéns' que ganhei dos funcionários foram mais que satisfatórios! Mas o melhor 'parabéns' que recebi foi o do meu professor anterior ao atual. Ele disse: "I'm proud of you!" (estou orgulhoso de você!). E foram essas as melhores palavras que ouvi no meu dia. Ao mesmo professor e a minha irmã mais velha só tenho a agradecer, aliás, é graças a eles que minha primeira aula correu tão bem!
terça-feira, 14 de abril de 2009
Será que Chove?
Logo hoje que eu estava super disposta a voltar de ônibus pra casa depois do curso de inglês teve que cair um 'toró' desses...
Tinha acabado de terminar a aula e minha irmã me disse pra ir logo pegar o ônibus antes que a chuva engrossasse, peguei um salgado na cantina, e saí. Chegando no ponto a chuva já estava consideravelmente grossa, mas tudo certo até aí. A catástrofe só foi começar no terminal... Faltavam 20 minutos pro meu ônibus chegar, e como a chuva já estava caindo violentamente não pude ir sentar nos banquinhos que ficam um pouco protegidos da chuva. Fiquei ali mesmo esperando em pé, e foi quando a chuva realmente engrossou, e engrossou mesmo! Não se passaram nem dois minutos e a barra da minha calça estava encharcada, meu tênis já estava mais sujo que antes e eu estava morrendo de frio. E enquanto a chuva caía eu não podia fazer nada a não ser esperar ela passar, enquanto era banhada pela chuva gelada.
Eu estava tão distraída com a chuva que quando o ônibus chegou achei que ele estivesse adiantado... Dentro do ônibus a chuva parecia ter parado, não ouvia mais barulho de trovões e nem estava me molhando tanto. Mas foi só eu sair do ônibus que a chuva estava pior. Saí correndo para a cobertura da padaria que fica em frente ao ponto, e junto comigo mais três velhinhas correndo para o mesmo lugar. E como se não bastasse eu e as três velhinhas, na padaria estavam mais dois velhinhos esperando a chuva acalmar, conversando sobre o preço do arroz. A dona da padaria, começou a puxar assunto com todo mundo e ligou a televisãozinha. Passados no mínimo mais 20 minutos, a chuva acalmou e eu liguei na minha casa pra avisar que estava chegando e para mandar minha irmã ligar o chuveiro, porque no momento o que eu mais queria era tomar um banho quente! Mas devo admitir que sentir a água e o vento batendo no meu corpo, apesar do frio, foi minha alegria do dia!
Tinha acabado de terminar a aula e minha irmã me disse pra ir logo pegar o ônibus antes que a chuva engrossasse, peguei um salgado na cantina, e saí. Chegando no ponto a chuva já estava consideravelmente grossa, mas tudo certo até aí. A catástrofe só foi começar no terminal... Faltavam 20 minutos pro meu ônibus chegar, e como a chuva já estava caindo violentamente não pude ir sentar nos banquinhos que ficam um pouco protegidos da chuva. Fiquei ali mesmo esperando em pé, e foi quando a chuva realmente engrossou, e engrossou mesmo! Não se passaram nem dois minutos e a barra da minha calça estava encharcada, meu tênis já estava mais sujo que antes e eu estava morrendo de frio. E enquanto a chuva caía eu não podia fazer nada a não ser esperar ela passar, enquanto era banhada pela chuva gelada.
Eu estava tão distraída com a chuva que quando o ônibus chegou achei que ele estivesse adiantado... Dentro do ônibus a chuva parecia ter parado, não ouvia mais barulho de trovões e nem estava me molhando tanto. Mas foi só eu sair do ônibus que a chuva estava pior. Saí correndo para a cobertura da padaria que fica em frente ao ponto, e junto comigo mais três velhinhas correndo para o mesmo lugar. E como se não bastasse eu e as três velhinhas, na padaria estavam mais dois velhinhos esperando a chuva acalmar, conversando sobre o preço do arroz. A dona da padaria, começou a puxar assunto com todo mundo e ligou a televisãozinha. Passados no mínimo mais 20 minutos, a chuva acalmou e eu liguei na minha casa pra avisar que estava chegando e para mandar minha irmã ligar o chuveiro, porque no momento o que eu mais queria era tomar um banho quente! Mas devo admitir que sentir a água e o vento batendo no meu corpo, apesar do frio, foi minha alegria do dia!
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